Especialistas ensinam como viajar gastando pouco

As férias estão aí e, além de descansar e se divertir muito, o que todo mundo deseja é não estourar o orçamento e comprometer a longevidade financeira, correto? O bom é que, adotando-se medidas simples, mas eficientes, é possível curtir uma ótima viagem sem entrar no vermelho. Seja de carro, ônibus ou avião, o que importa é saber como viajar gastando pouco.


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Para mostrar como isso é possível, o portal do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon conversou com Mathias Fischer, diretor de estratégia e inovação da plataforma Meu Câmbio; Ricardo Maila, especialista em finanças pessoais da Plano Consultoria; e Tânia Trevisan, CEO da Integral Woman Tour. Confira:

9 dicas certeiras de como viajar gastando pouco

1 – Faça um planejamento diário

Independentemente do destino, pesquise previamente em blogs, fóruns, canais do YouTube, perfis no Instagram ou sites sobre o lugar que vai visitar. A partir das informações levantadas, estipule um teto a ser gasto com transporte, hospedagem, passeios e alimentação. Isso permite um maior controle financeiro, além de descobrir ótimas dicas com experiências e depoimentos de outros viajantes que podem salvar uma boa fatia do orçamento e te revelar, por exemplo, qual o local mais bacana da cidade para experimentar aquele lanche caprichado.

2 – Busque atrações gratuitas

Cidades turísticas geralmente oferecem uma gama de atrações gratuitas para os visitantes. Muitos museus costumam abrir as portas pelo menos uma vez por semana ou por mês sem a necessidade de pagar ingresso ou cobrando bem pouco. Pesquise previamente as datas com tais promoções e certifique-se de programar a viagem para o mesmo período.

3 – Coma junto com os moradores

Fuja de restaurantes, cafés ou qualquer estabelecimento que comercialize comida perto dos principais pontos turísticos. Isso porque os preços costumam ser inflacionados e o serviço meio confuso diante da grande movimentação. Ande poucas quadras, afastando-se das áreas requisitadas, para encontrar valores bem mais interessantes. Se o lugar estiver cheio de moradores, melhor ainda! É ali mesmo que você deve se alimentar.

4 – Analise o trânsito da cidade

Se você viaja de carro, antes de chegar ao destino, pesquise sobre preços de estacionamentos ou áreas gratuitas disponíveis para o veículo. Uma busca rápida no Google pode trazer dicas de bons lugares para estacionar, sem precisar pagar valores altos. Caso o deslocamento seja de ônibus ou avião, é interessante avaliar, previamente, quanto custa o transporte público (ônibus urbano, metrô etc) para comparar com o preço de táxis ou carros de aplicativo. Quando a viagem é em grupo, é bem provável que esta última alternativa se revele a mais barata.

5 – Hospedagem mais em conta

Se para você férias significa hospedar-se em hotéis e ser prontamente atendido a qualquer momento, sem muito esforço, tudo bem – mas lembre-se de que isso tem um preço. Caso queira economizar, uma ótima alternativa é alugar casas e apartamentos com cozinha, onde é possível preparar refeições. Isso não significa deixar de comer na rua, mas só de fazer o café da manhã e o jantar por conta já vai significar uma excelente economia.

6 – O melhor lugar para ficar

Falando em hospedagem, escolher um hotel ou casa na zona turística é sempre mais caro. Considere ficar em um lugar um pouco afastado, pois isso reflete em preços mais interessantes de aluguel. Só não fique tão longe, a ponto de precisar desembolsar muito dinheiro para se locomover – e aí a economia não se justificará.

7 – Viajar em grupos

Quanto mais pessoas na turma da viagem, menores serão os gastos individuais. Por isso, se você gosta da companhia de bastante gente, invista nesse modo para viajar. Além de dividir despesas, a diversão vai aumentar proporcionalmente.

como viajar gastando pouco

Crédito: Dmitry Molchanov/Shutterstock 

8 – Como pagar

Se a viagem é pelo Brasil, quitar as despesas com dinheiro em moeda ou cartões de crédito e débito não fazem tanta diferença. Agora, se o roteiro é internacional, uma boa saída é levar parte do dinheiro em moeda e outra parte em cartão pré-pago. Assim, há uma maior segurança diante de imprevistos. O porém: cartão pré-pago tem IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 6,38%, enquanto na compra de dinheiro em espécie o imposto é de 1%. No caso do cartão de crédito, além do IOF de 6,38%, pode haver a variação da moeda estrangeira, já que é aplicado o valor vigente na data do pagamento da fatura.

9 – Lembrancinhas “pagáveis”

Apesar de querer agradar a turma que não te acompanhou na viagem, presentear muitas pessoas pode significar um rombo no orçamento. Por isso, estipule um valor prévio para cada mimo e não o extrapole de jeito nenhum.

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